Informações sobre a Paróquia

Arquidiocese de Santa Maria de Belém do Grão Pará
Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Santuário de Fátima
CNPJ: 02.537.502/0001-81

Endereço: Rua Antonio Barreto, 2167 - Fatima
CEP: 6606-020 (Belém/PA - Brasil)
Email: santuariodefatimaf.belem@gmail.com
Telefones: (91) 3228-0864 / (91) 3226-0503

Horário de funcionamento para atendimento ao público
De Segunda a Sexta: 8h00 às 12h00 / 14h00 às 18h00
Sábado: 8h00 às 12h00

Santa Missa
Domingo: 6h45, 8h30, 17h30 e 19h30
Segunda a Sexta: 18h30
Sábado: 17h30

Pároco: Mons. Raimundo Possidônio Carrera da Mata
Vigário: Pe. Márcio José Sousa Motta

Páginas

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© BlOG OFICIAL ®

CONVITE - JANTAR

Jantar dedicado às mães
# Festividade de Fátima 2013

Data: 10 de maio - Sexta feira

Hora: A partir das 20h00

Local: Fátima Recepções & Eventos

Valor da cartela: R$ 30,00

Cardápio: Filé, Camarão ou Peru

Atração musical: Ivana e kassio


Visitantes pelo mundo

AVISOS PAROQUIAIS

TERÇO DE RUA (CONTINUAÇÃO)
Dias: 27 e 28 de abril de 2013 - Sábado/Domingo
Hora: 19h30
Locais: Setores de Missão V e VI


SANTA MISSA E RETORNO DAS IMAGENS DE N. SRA. DE FÁTIMA - PEREGRINAÇÕES NAS FAMÍLIAS
Dia: 28 de abril de 2013 - Domingo
Hora: 17h30
Local: Santuário de Fátima


CELEBRAÇÕES PENITENCIAIS
Dias: 29 e 30 de abril de 2013 - Segunda/Terça
Hora: De 18h30 às 21h30
Local: Santuário de Fátima


FESTIVIDADE DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA 2013
DE 01 A 13 DE MAIO
"No ano da Fé: Quereis oferecer-vos a Deus?"

Cerimônia de Abertura dos festejos - 01 de maio
-17h00: Hasteamento das bandeiras do Brasil, Pará e Portugal na Praça do Santuário

-17h30: Procissão de Abertura

-19h00 (Aprox.): Santa Missa Solene presidida por Dom Vicente Zico, Arcebispo Emérito de Belém/PA.






Fonte: Calendário Paroquial 2013

Liturgia Diária - Leituras Bíblicas

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O Padre responde - Mons. Raimundo Possidônio: Vida consagrada e de penitência

Jornal Voz de Nazaré - Edição de 24 a 30 de junho de 2011


"Sou viúva, tenho 53 anos, três filhos já adultos e independentes. Tenho uma enorme vontade de servir a Deus com a minha vida. Eu poderia entrar para um convento e viver como freira?" (Cecília Batista Gama, Marambaia, Belém)

Prezada Cecília, no documento do Papa João Paulo II Vita Consecrata (Vida Consagrada), exortação apostólica pós-sinodal de 1996, número 7, há um trecho que trata da sua questão: "Hoje voltou a ser praticada também a consagração tanto das viúvas, conhecida desde os tempos apostólicos (cf. 1Tm 5,5 1Tm 5,9-10 1Co 7,8), como dos viúvos. Estas pessoas, mediante o voto de castidade perpétua como sinal do Reino de Deus, consagram a sua condição para se dedicarem à oração e ao serviço da Igreja". Isso significa que é possível você realizar esse seu desejo como religiosa em algum Instituto ou Congregação que acolham viúvas ou leigas virgens que desejam essa especial consagração.

"Este ano, por motivo de trabalho, eu não pude receber as cinzas sobre a cabeça na abertura da Quaresma. Por isso, eu sinto um peso na consciência e no coração. De certa forma, eu deixei de ser abençoado por Deus?" (Teófilo Tocantins, Castanhal, Pará)

Teófilo, o gesto de imposição das cinzas no início da Quaresma é um rito muito importante para nos fazer entender nossas fraquezas e fragilidades humanas diante de Deus: precisamos de conversão constante. Porém, não é um sinal sacramental, logo não se torna obrigatório recebê-lo e quem não o recebeu não comete pecado grave. Não fique preocupado, o importante é sua participação e seu envolvimento na vida da Igreja e seu testemunho de fé na comunidade. Deus continuará abençoando você e toda sua missão. Porém é bom ter claro o que significa a Quaresma: durante esse período somos chamados a viver intensamente o processo de conversão: somos pó (pecado) e precisamos de mudança indo ao encontro da misericórdia divina que redime e salva através de seu Filho e também da Igreja. Jesus deixou à sua Igreja um instrumento de salvação e vida nova que é o sacramento da Penitência: esse sim não pode faltar na nossa vida. Todos os dias temos necessidade de perdão (o justo peca 7 vezes!). Somente pelo sacramento da Penitência, com uma boa confissão, é que poderemos ter a alegria de acolher o mistério da redenção em nossa vida.

Conversa com o meu povo: Dom Alberto Taveira - O abraço que salva

Jornal Voz de Nazaré - Edição de 24 a 30 de junho de 2011


Há uma interrogação profunda no coração humano. E existe a experiência do mal e do pecado, que clama atenção da parte de cada pessoa. "Sede sóbrios e vigilantes. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor como um leão que ruge, procurando a quem devorar. Resisti-lhe, firmes na fé, certos de que iguais sofrimentos atingem também os vossos irmãos pelo mundo afora" (1 Pd 5, 8-9). E o mistério do sofrimento? Quantas sejam as respostas, maiores serão as perguntas.

Há um jogo contínuo entre os momentos de alegria e de dor, que fazem parte de nossa natureza, não conduzida por qualquer espécie de "controle remoto" da parte de Deus, mas pelas leis que Ele mesmo inscreveu, quando criou o universo, grande e bonito, suficiente em seus recursos para a vida, entregue à humanidade, cuja responsabilidade imensa se encontra nas palavras do livro da criação: "Deus os abençoou e lhes disse: "Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, as aves do céu e todos os animais que se movem pelo chão". Deus disse: "Eis que vos dou, sobre toda a terra, todas as plantas que dão semente e todas as árvores que produzem seu fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todos os animais que se movem pelo chão, eu lhes dou todos os vegetais para alimento". E assim se fez. E Deus viu tudo quanto havia feito, e era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: o sexto dia" (Gn 1, 28-31).

E como veio o sofrimento? Deus errou? É a pergunta que muitos fazem! A Escritura responde: "não procureis a morte com uma vida desregrada, e não provoqueis a ruína com as obras de vossas mãos. Pois Deus não fez a morte, nem se alegra com a perdição dos vivos. Ele criou todas as coisas para existirem, e as criaturas do orbe terrestre são saudáveis: nelas não há nenhum veneno mortal, e não é o mundo dos mortos que reina sobre a terra, pois a justiça é imortal. Mas os ímpios chamam a morte com gestos e palavras: considerando-a amiga, perderam-se e fizeram aliança com ela: de fato, são dignos de pertencer ao seu partido" (Sb 1, 12-16).

Após o pecado do orgulho e da autossuficiência, começou o grande drama! Mistério profundo, impasse, nó górdio para todas as gerações, culturas e religiões sobre a terra. Nos livros da Sagrada Escritura e por toda parte, onde quer que alguém se dedique à aventura maravilhosa de pensar a existência, este é o ponto focal.

Como Deus tratou a questão do sofrimento? Existe uma resposta na Bíblia? O sofredor Jó debate com Deus e os amigos, estes nem sempre campeões de bom senso. Ao final se rende a Deus e reencontra a luz para a existência! Mas passou pelo vale da escuridão, permanecendo fiel a Deus que o criou e amou. O Livro do Eclesiastes, aparentemente pessimista, depois de constatar que tudo é vaidade, chega a uma conclusão: "Fim do discurso, ouvidas todas as coisas: teme a Deus e observa seus mandamentos, eis o que compete a cada ser humano" (Ecl 12, 13). Deus não oferece respostas teóricas, mas convida a percorrer com Ele um caminho. É uma história de salvação.

As dificuldades e lutas existem na vida humana e não há receitas prontas para explicá-las cabalmente. Deus não inventou o sofrimento. Nem foi seu Filho Unigênito que se fez carne, humilhou-se até a morte de Cruz, tornou-se obediente e tomou sobre si as nossas dores, o causador dos problemas humanos. Só em Jesus Cristo o nó se desfaz, justamente porque Deus veio até nós, na misericórdia infinita da Encarnação de sua Palavra Eterna. Não tendo inventado o sofrimento, ele sofreu! Inocente, tomou sobre si as nossas culpas! Nele, cada dor assumida é redenção para a humanidade. Ao invés de dar explicações, percorreu o caminho da humanidade, tomou sobre os ombros a Cruz, abraçou-a, fez-se igual a nós em tudo, menos no pecado. E a humanidade encontrou sua liberdade, a salvação.

Cabem-nos duas atitudes. A primeira é o acolhimento da salvação. A gratuidade da resposta a Deus é exigência da aventura da fé! Abraçar livremente aquele que por nós abraçou, redimindo, a Cruz e todos os sofrimentos humanos. Em seu abraço de amor somos acolhidos! E, como amor com amor se paga, o segundo passo é nossa resposta: com a graça que nos dá o Senhor Jesus Cristo, transformar em amor as pequenas ou grandes dores. A prática é tão simples como exigente! Até um copo de água fresca, dado por amor, não ficará esquecido (Cf. Mt 10, 37-42). Esta é a lei da vida! Só entende quem experimenta!

Conversa com o meu povo: Dom Alberto Taveira - Para que o mundo seja salvo

Jornal Voz de Nazaré - Edição de 17 a 23 de junho de 2011


"Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem crê nele não será condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho único de Deus" (Jo 3, 16-18).

"A missão do anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo tem uma destinação universal. Seu mandado de caridade alcança todas as dimensões da existência, todas as pessoas, todos os ambientes da convivência e todos os povos. Nada do humano pode lhe parecer estranho. A Igreja sabe, por revelação de Deus e pela experiência humana da fé, que Jesus Cristo é a resposta total, superabundante e satisfatória às perguntas humanas sobre a verdade, o sentido da vida e da realidade, a felicidade, a justiça e a beleza. São as inquietações que estão arraigadas no coração de toda pessoa e que pulsam no mais profundo da cultura dos povos. Por isso, todo sinal autêntico de verdade, bem e beleza na aventura humana vem de Deus e clama por Deus" (DAp 380). Não há campo de atividade humana que fique fora do alcance do amor de Deus e de seu desígnio universal de salvação, e a Igreja, com plena consciência de seus deveres, quer alcançar a todos e chegar aos mais distantes recantos onde se encontre um grito de socorro ou um anelo de salvação.

A V Conferência dos Bispos da América Latina e do Caribe identificou alguns rostos sofredores que clamam atenção especial da Igreja e de toda a sociedade, dentre tantos desafios existentes. São as pessoas que vivem na rua das grandes cidades, os migrantes, os enfermos, os dependentes de drogas e os detidos em prisões. E nos deparamos a cada dia com vários desses rostos sofredores! Uma primeira reação pode ser o acomodamento, com o qual apenas nos rendemos diante das dificuldades práticas. Sempre existiram tais problemas! Outra, infelizmente muito comum, é a quantidade de projetos teóricos, leis e pretensas reformas que não saem do papel.

Mas existem muitas pessoas, quais formiguinhas trabalhadoras, dia e noite, que fazem o que lhes é possível. Na Região Metropolitana de Belém, tenho encontrado muitas famílias que acolhem pessoas vindas do interior à procura de trabalho, e o fazem graciosamente, com grande generosidade. Nossos grupos e movimentos pastorais que trabalham com o povo que vive da rua testemunham também a solidariedade que brota entre pessoas que perderam tudo. Parece brotar do barro um fiapo de relações humanas, quem sabe esboçadas em sorriso! Lá de dentro, vem à tona a dignidade nunca perdida aos olhos de Deus. Para a saúde, há inúmeras iniciativas, quais sejam as de cuidados básicos e simples. O que se faz através da Pastoral da Criança é reconhecido por toda a sociedade! Pastoral Carcerária para nós significa presença diuturna, com visitas semanais a todos os presídios, com um esquadrão de homens e mulheres, cujas palavras e gestos semeiam cura e libertação. E os drogados? Já se delineia a instalação da Fazenda da Esperança em nossa Arquidiocese, além de centros já existentes. E as respostas a tais rostos que doem em nós e na sociedade, dadas por pessoas desconhecidas, anônimas do bem, cujos gestos de amor serão reconhecidos no dia do exame final? A elas também o reconhecimento!

Ninguém passe em vão ao nosso lado! Os rostos sofridos são expressão de um mistério mais profundo, cujo nome é pecado! Trata-se do rompimento de um relacionamento de amor, que tem a idade da eternidade, no seio da Trindade Santíssima, destinado a envolver a todos os homens e mulheres de todos os tempos. Pecar é não aceitar a proposta de amor que vem do próprio Deus! Pecar é embotar a própria vida, buscando apenas a si mesmo. As consequências têm rosto! Outras faces do mesmo drama estão, quem sabe, escondidas atrás de fachadas muito bem acabadas de casas ou de rostos maquiados. Também elas hão de ser identificadas, para que nenhuma situação humana fique alheia ao nosso amor, como diante de Deus não passam indiferentes. E como sabemos que o pecado corrói o que existe de melhor no ser humano, a virtude, cultivada em todas as suas dimensões, seja tarefa cotidiana, para acolher o dom da salvação que a todos se destina.

Na solenidade da Santíssima Trindade, renova-se a convicção de que os cristãos vivem em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Em nome do Pai olhamos para todas as pessoas humanas e as reconhecemos como membros da única família dos filhos de Deus. O amor do Pai misericordioso se derrame sobre toda a humanidade. Cabe a nós que vivemos em seu nome sermos sinais para os que se encontram mais afastados. Em nome do Filho amado, que se inclinou compassivo, assumindo sobre si as nossas dores, enfermidades e pecados, Senhor e Salvador, nós assumimos a missão de proclamar seu nome e sua graça. Sua presença, reconhecida em todas as faces.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Solenidade Arquidiocesana de Corpus Christi 2011




Dia: 23 de junho de 2011

Hora: 16h00

Local: Estádio do Mangueirão


Santa Missa Solene
Apresentação do novo bispo auxiliar de Belém - Dom Teodoro Mendes Tavares
Caminhada rumo ao Congresso Eucarístico Nacional em Belém - 2016

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Inscrições para Catequese 2011/2012



Público: Crianças e Adolescentes (de 6 a 13 anos de idade completos até Dez/2011) batizados ou não.
Período de Inscrições: 27 de Junho a 01 de Julho de 2011.
Local: Centro de Evangelização de Fátima, 2º andar.
Horário: 19:30 às 21:00.
Início dos Encontros: 06 de Agosto de 2011.
Celebração da Entrega das Sagradas Escrituras: 07 de Agosto de 2011 às 08:30.

Documentos (cópias) Necessários dos Catequizandos:
- Uma (1) Foto 3 x 4 (para todos);
- Certidão de Nascimento ou RG, Certidão de Batismo e Comprovante de Residência (conta de energia elétrica).

Turmas:
- Catequese Infantil (6 a 8 anos completos até 2011):
- Livro: Iniciação à Vida Cristã dos Pequeninos (catequizando e família). Ed. Paulinas;

- Iniciação à Eucaristia (9 a 13 anos completos até 2011):
- Livro: Iniciação à Eucaristia (livro do catequizando). Ed. Paulinas.

Valor da Inscrição: R$ 20,00 (Material Didático e Bíblia Sagrada)

Inscrições para Crisma e Catequese de Adultos foram adiadas para Janeiro de 2012.

Grupo de Oração Amigos de Jesus cria um site



Festividade do Sagrado Coração de Jesus


Período: De 10 de junho a 01 de julho de 2011


Missa de envio

Ocorreu no dia 10 de junho (6ª feira) às 18h30, no Santuário de Fátima

Visita às famílias (Novena em honra do Sagrado Coração de Jesus)

De 13 à 24 de junho às 19h00 nas residências agendadas

Tríduo festivo em honra do Sagrado Coração de Jesus
1º dia: 28 de junho (3ª feira) - Santa Missa pelas famílias
18h30 no Santuário de Fátima

2º dia:
29 de junho (4ª feira) - Santa Missa pela juventude
18h30 no Santuário de Fátima

3º dia: 30 de junho (5ª feira) - Santa Missa pelos devotos do Coração de Jesus
19h00 no Santuário de Fátima

Procissão em honra do Sagrado Coração de Jesus
Dia 01 de julho (6ª feira) saindo às 18h00 do Santuário de Fátima

Santa Missa solene - Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

Dia 01 de julho (6ª feira) às 19h00 no Santuário de Fátima.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Pão de Santo Antonio


Muito interessante a origem desta devoção. Santo Antonio tinha um coração largo e generoso para com os pobres necessitados. Preferia ele passar necessidade, mas não ver um pobrezinho sem comida. Um dia ele chegou a distribuir aos pobres todo o pão do covento em que vivia. Chegada a hora do almoço, o frade cozinheiro ficou apavorado. Os pães que ele tinha feito de manhã tinham sido "roubados". O que é que os frades iriam comer para acompanhar a frugal refeição de cada dia? Foi logo contar a "triste notícia" ao superior, Frei Antonio. Este, sorrindo, lhe disse: "Mas você olhou bem mesmo, na caixa dos pães? Va lá, vá! E verifique bem". O frade foi e voltou espantado, mas sorridente e alegre. Os cestos transbordavam de pães, tanto que foram distribuídos aos frades e aos pobres que depois vinahm ao convento. Até hoje os fiéis colocam um pedacinho de pão bento de Santo Antonio na vasilha do arrz, do feijão e não se esquecem de ajudar os pobres. E assim, nunca lhes faltará o que comer.

Santo Antonio
Rogai por nós!


Fonte: Livro da Trezena em honra de Santo Antonio 2011 (Paróquia Santo Antonio de Lisboa)

Conversa com o meu povo: Dom Alberto Taveira - O dom do Espírito Santo

Jornal Voz de Nazaré - Edição de 10 a 16 de junho de 2011



"O Espírito Santo, sendo único, com uma única maneira de ser e indivisível, distribui a graça a cada um conforme lhe apraz. E assim como a árvore ressequida, ao receber água, produz novos rebentos, assim também a alma pecadora, ao receber do Espírito Santo o dom do arrependimento, produz frutos de justiça. O Espírito tem um só e o mesmo modo de ser; mas, por vontade de Deus e pelos méritos de Cristo, produz efeitos diversos. Serve-se da língua de uns para comunicar o dom da sabedoria; ilumina a inteligência de outros com o dom da profecia. A este dá o poder de expulsar os demônios; àquele concede o dom de interpretar as Sagradas Escrituras. A uns fortalece na temperança, a outros ensina a misericórdia; a estes inspira a prática do jejum e como suportar as austeridades da vida ascética; e àqueles o domínio das tendências carnais; a outros ainda prepara para o martírio. Enfim, manifesta-se de modo diferente em cada um, mas permanece sempre igual a si mesmo, como está escrito: A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum (I Cor 12,5)". O ensinamento de São Cirilo de Jerusalém abre nosso coração para acolher o dom do Espírito Santo na Solenidade de Pentecostes, com a qual se celebra o grande do dom do Cristo Ressuscitado.

A Igreja de Cristo nasceu do seu mistério de morte e ressurreição e foi ungida com o dom do alto, Espírito da Verdade, que a conduz pelos caminhos da história. Em todas as épocas da história, o mesmo Espírito Santo a faz descobrir o modo adequado para evangelizar, levando a boa nova até os confins da terra. E Ele a sustenta através da grande diversidade de dons e ministérios, concedidos em abundância segundo a medida do próprio amor de Deus. Na solenidade de Pentecostes, somos todos convidados a reconhecer em todas as pessoas, como fruto dos sacramentos da iniciação cristã, Batismo, Crisma e Eucaristia, a beleza do jardim de Deus que são as comunidades cristãs. Há muita santidade, há muito bem plantado bem perto de nós e é urgente abrir os olhos. Olhar com benevolência a própria história, a Igreja e o Mundo, dá muito mais trabalho do que apontar os erros. O Espírito nos revele o bem! Mas nada existe de bom e de puro, de inspirado ou verdadeiro que não proceda da ação do Espírito Santo. Olhando ao nosso redor, descobriremos o bem que é feito, inclusive por pessoas de quem humanamente pouco se poderia esperar. É ele que espalha o bem, suscita o perdão, incentiva a busca da verdade, mesmo quando nos sentimos esmagados pelo mal.

O Espírito é dado, mas a recepção da graça depende da abertura de quem a acolhe. Por isso pedimos a abertura do coração e da mente. "Vem, Espírito Santo!" "Visita a alma dos teus!" Ele é o doce hóspede da alma, discreto e silencioso, que só entra quando se dá as boas vindas! Nenhuma casa e nenhum coração rejeitem sua visita! A Ele suplicamos: "Enche o coração dos vossos fiéis!" Só o Espírito Santo pode preencher o vazio dos corações e fazer transbordar o amor, para com este amor comunicarmos o Evangelho aos outros.

A Solenidade de Pentecostes é com frequência chamada de "inauguração da Igreja". Com o mesmo ardor dos Apóstolos, nossa Igreja de Belém pede hoje a renovação das disposições missionárias. Estamos em tempo de "Igreja de Belém em Missão" e os sucessivos retiros paroquiais serão o envio de homens e mulheres aos quais se confia a nova evangelização, especialmente nas visitas às casas. Cada homem e cada mulher, ao professarem a fé em Cristo sintam a certeza da presença daquele que prometeu estar conosco até o fim dos tempos. Sintam-se enviados pelo pastor visível da Igreja em Belém. A todas as pessoas e famílias que forem visitadas, o convite é que abram, mais ainda, escancarem as portas para Cristo. Não tenham medo dele!

Das comunidades cristãs se espalhe o fermento de uma sociedade diferente, num período em que muitas pessoas estão sofrendo na pele e inclusive pagando com a vida um novo relacionamento com a terra. Foram cinco as mortes recentes, por questões fundiárias.

O Espírito Santo suscite perdão no coração das pessoas que sofrem pela morte de seus familiares e amigos. Ele mesmo mude pela raiz a cabeça e o coração dos que cometeram tais crimes. É ainda ao Espírito Santo que suplicamos as luzes para que as autoridades encarregadas de apurar e punir tais crimes estejam mais atentas aos fatos. O Espírito dê de novo entranhas de misericórdia a todos, para a cura do tecido social. Que cada cristão e cada presbítero, revestido do amor decidido e irreversível, deixe que este mesmo Espírito abra portas dos corações. Aos criminosos de todos os lados chegue o convite à reconciliação. "Vem, Espírito Santo"!

O Padre responde - Mons. Raimundo Possidônio: Comunhão e Sexualidade

Jornal Voz de Nazaré - Edição de 10 a 16 de junho de 2011


"Sou homossexual, mas vivo o celibato. Mesmo assim, eu posso comungar o corpo e o sangue de Cristo?" (P.B.S. - Castanheira - Belém)

Prezado irmão, vou lhe responder ao copiar literalmente o que diz o CIC número 2359 sobre o seu caso: "As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, as vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar gradual e resolutamente da perfeição cristã". (Leia mais: CIC 2337 a 2358).

A Congregação para a Doutrina da Fé escreveu em 1986 uma "Carta aos Bispos sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais". Caso não consiga o documento nas livrarias católicas acesse o site: www.vatican.va e digite homossexualismo você o encontra na íntegra, em português.

"Por que em dias de solenidade, padres e bispos usam as vestimentas tão diferentes e brilhosas? Não seria um contratestemunho de pobreza e humildade?" (Cristina Cesário - Terra Firme, Belém).

Cristina, caríssima, as vestes litúrgicas ou paramentos expressam nas celebrações o sentido de revestir-se de Cristo, da sua autoridade e do seu serviço. Os ministros revestem-se de Cristo para exercer seu ofício, sua função, e nisso se manifesta também a variedade das vestes: representam a diversidade dos ministérios. As cores devem visar manifestar o caráter dos mistérios celebrados, conforme desenrolar do ano litúrgico; convém que as vestes litúrgicas contribuam para a beleza da ação sagrada. "A beleza e a nobreza das vestes decorra do tecido e da forma; se houver ornatos, sejam figuras ou símbolos que indiquem o uso sagrado. E sejam simples, mas belos. Deve-se excluir tudo que não serve para o culto sagrado". (Missal Romano 344). Nessas orientações podemos perceber que a Igreja deseja que tudo que se realize nas celebrações manifeste o Mistério, o Sagrado, também as vestes, de modo que nada obscureça ou desvie o seu sentido. O exagero nas apresentações: paramentos, vasos litúrgicos, ornamentações... às vezes só serve para confundir os fiéis. Cito um exemplo: quando alguém diz: "Que toalha esplendorosa!" (pelo requinte dos brocados e coloridos) significa que ela não está vendo o essencial que é o altar que é Cristo; a toalha do altar deveria ser branca, sempre, e nunca esconder o altar que deve ter uma visibilidade total. Tudo o que é usado nas celebrações deve ser verdadeiramente digno, belo e decoroso.



Envie sua pergunta ao monsenhor Raimundo Possidônio para:

voz@fundacaonazare.com.br ou para a Fundação Nazaré de Comunicação, na av. Gov. José Malcher, 915, ed. Paulo VI, bairro Nazaré, CEP 66055-260.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O Padre responde - Mons. Raimundo Possidônio: Eucaristia mastigada

Jornal Voz de Nazaré - Edição de 3 a 9 de junho de 2011



Prezados irmãos e irmãs, a Voz de Nazaré, no seu inestimável serviço prestado à Igreja, reinicia esta coluna visando esclarecer dúvidas e questionamentos sobre diversos assuntos.

Sabemos que nem tudo pode ser explicado e aprofundado no espaço desta coluna; estas respostas servirão apenas como uma breve indicação ou introdução para estudos mais aprofundados. Por isso, para além da resposta, vai uma proposta: buscar outros meios para aprofundamento que serão indicados pelo articulista.

"Desde criança, eu aprendi que não devemos mastigar a hóstia consagrada porque estaríamos 'machucando' o corpo de Jesus. Cresci com essa impressão e hoje, aos 42 anos, ainda espero a hóstia se dissolver na boca. Mas eu já vi gente que mastiga a hóstia e a engole rápido. Como devemos proceder?" (Maria Sebastiana Antunes - Águas Lindas, Ananindeua).

Para responder à pergunta precisamos de uma breve reflexão teológica sobre a Eucaristia. A Eucaristia perpetua o sacrifício da cruz, renovando-o pela ação sacerdotal de Cristo na sua Igreja, realizando assim, de maneira contínua, a obra da redenção.

"A missa não é só um banquete, nem é celebração de um memorial do sacrifício que foi oferecido em tempos passados, mas a missa mesma é um verdadeiro sacrifício, que tem valor expiatório e deprecatório. Isto significa: é oferecido em remissão dos nossos pecados e para implorar graças a Deus" (Concílio de Trento, sessão XXII, século XVI).

"Na última Ceia, Nosso Senhor instituiu o sacrifício eucarístico de seu Corpo e seu Sangue; por este sacrifício ele perpetua (põe presente pelos séculos afora) o sacrifício da Cruz".(cf. Concílio Vaticano II, Constituição sobre a Sagrada Liturgia, Sacrossanctum Concilium, n. 47). Os textos indicam que a presença de Cristo no pão e no vinho é real e substancial. Isto é, o pão e o vinho deixam de ser pão e vinho e passam a ser Corpo e Sangue de Cristo. O pão e o vinho mudam de substância. Daí vem a palavra inventada por São Tomás de Aquino, no século XIII: Transubstanciação (Trans = passagem de uma coisa a outra; mudança. Substância = é aquilo que faz com que a coisa seja o que ela é e não outra, é aquilo que está bem firme por trás das aparências.

A Eucaristia é, para nós, o pão da vida, mas não um pão comum. Segundo Santo Agostinho, Cristo nos diz, na realidade do pão eucarístico: "Não sou eu que me transformo em ti, como os outros alimentos. Ao contrário: tu é que te transformas em mim". De fato, pela Eucaristia, o comungante se torna cristificado.

Creio ser necessário por isso esclarecer sobre a importância da escolha, por Cristo, das espécies do pão e do vinho, para a sua representação visível. Aqui podemos falar da dimensão cósmica e universal desses elementos, pois eles representam os frutos da terra e do trabalho humano, como diz a liturgia. Também devemos enfatizar aqui como que o esvaziamento de tais elementos da natureza, pois eles deixam de ser pão e vinho, mantendo apenas os acidentes, para serem de fato o Corpo e o Sangue de Cristo, realidade não compreensível pela razão humana, mas tão-somente pela fé. Na transubstanciação do pão e do vinho, isto é, na sua mudança de natureza e de substância (Dimensão Divina) podemos, contemplar, o "esvaziamento" desta condição divina, assumindo a condição de servo (kenosis) (Fl 2,6-8). Aqui vemos uma elevação das coisas criadas, ao mesmo tempo que contemplamos a humildade divina, por amor dos homens (Is 53,1-12; Ef 4,9), um mistério impenetrável para o entendimento racional.

Vejam que maravilha (não totalmente participada pela assembleia porque o celebrante diz em voz baixa): "Pelo mistério desta água e deste vinho, possamos participar da divindade de vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade". Poderíamos ainda dizer que, assim como os dons do trigo e da uva desaparecem, mantendo apenas o sabor, para que Cristo opere, através deles, a obra salvífica do Pai, assim também o cristão deveria ser um forte sinal da redenção e dizer com São Paulo: "Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim" (cf. Gl 2,20a.).

Pão macerado, uva pisada... Corpo entregue ao sacrifício... o Cordeiro vertendo seu sangue para a salvação de todos: são belos sinais do sacrifício de Jesus, não é verdade? Sinais sacramentais, bem entendido.

A realidade sacramental da Eucaristia encontra-se em Jo 6,35 ("Eu sou o pão da vida"), a primeira autoproclamação de Cristo, que, depois, vai ser desenvolvida por São Paulo, pastoral e teologicamente, em suas cartas (1Cor 10,16-17; 11,23-26pp). Também a última autoproclamação ("Eu sou a videira..."), de Jo 15,1, está em ligação profunda com a primeira. Além de: "Tomai, comei, isto é meu Corpo...". "Tomai, bebei... este é o cálice do meu sangue..." (Evangelhos sinóticos)

Portanto, discutir se mastigar ou dissolver a hóstia consagrada, não é a coisa mais importante, às vezes, empobrece o mais profundo sentido da Eucaristia. Além do mais, apenas considerar essa questão é desconhecer que a hóstia (espécie) se desfaz no organismo, que ela pode mofar no sacrário ou se sujar quando cai no chão... Não obstante, a essência do sacramento permanece. Ou ainda: o pão e o vinho (assim como a água que depois do Batismo vai para o esgoto, ou os Santos Óleos secam ou são lavados) cumprem a sua grande e bela missão como o próprio Cristo: deixam-se consumir, desaparecer para que a grandeza do mistério se manifeste. O ideal, evidentemente, é colocar a hóstia na boca e consumi-la imediatamente, com respeito e veneração e viver com autenticidade e vida cristã porque somos "morada do mistério divino".

Se ela toca nos dentes ou é mastigada, nada disso interfere na essencialidade do que ela representa ou do que ele é para a alma, para a vida.

Já ia esquecendo: o mais grave de tudo isso, o que mais "danifica" o dom eucarístico é o pecado, a falta da graça, da santidade.

(Cf. os delitos graves contra a Eucaristia - Código de Direito Canônico - CDC - Can. 1367 e explicações - Para aprofundar sobre a Eucaristia: Ler Catecismo da Igreja Católica - CIC - dos números 1322 a 1418).


Envie sua pergunta ao monsenhor Raimundo Possidônio para voz@fundacaonazare.com.br ou para a Fundação Nazaré de Comunicação, na av. Gov. José Malcher, 915, ed. Paulo VI, bairro Nazaré, CEP 66055-260.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Infância Missionária realiza a Coroação de Maria no Santuário de Fátima

No dia 31 de maio deste ano, Festa da Visitação de Maria, no final da Missa Solene das 18h30 as crianças da Infância Missionária da Paróquia de Fátima deram um brilho a mais na Celebração fazendo a Coroação da Imagem de N. Sra. de Fátima. A Santa Missa foi presidida pelo Revmo. Mons. Cid (Pároco) e concelebrada pelos Revmos. Pe. Ednaldo (Vigário)e Pe. Bruno Farias. Confira algumas fotos deste momento tão especial:
























A Coroação de Maria


Ela, que na altura da Anunciação se definiu "serva do Senhor", permaneceu fiel ao que este nome exprime durante toda a vida terrena, confirmando desse modo ser uma verdadeira "discípula" de Cristo, que teve ocasião de acentuar fortemente o carácter de serviço da sua missão: o Filho do homem "não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate de muitos" (Mt 20, 28). Por isso, Maria tornou-se a primeira entre aqueles que, "servindo a Cristo também nos outros, conduzem os seus irmãos, com humildade e paciência, àquele Rei, servir ao qual é reinar"; e alcançou plenamente aquele "estado de liberdade real" que é proprio dos discípulos de Cristo: servir quer dizer reinar!

"Cristo, tendo-se feito obediente até à morte, foi por isso mesmo exaltado pelo Pai (cf. Flp 2, 8-9) e entrou na glória do seu Reino; a ele estão submetidas todas as coisas, até que ele se sujeite a si mesmo e consigo todas as criaturas ao Pai, a fim de que Deus seja tudo em todos (cf. 1 Cor 15, 27-28)".

Maria, serva do Senhor, tem parte neste Reino do Filho.

A glória de servir não cessa de ser a sua exaltação real: elevada ao céu, não suspende aquele seu serviço salvífico em que se exprime a mediação materna, "até à consumação perpétua de todos os eleitos". 116 Assim, aquela que, aqui na terra, "conservou fielmente a sua união com o Filho até à Cruz", permanece ainda unida a ele, uma vez que "tudo lhe está submetido, até que ele sujeite ao Pai a sua pessoa e todas as criaturas". Mais, com a sua Assunção ao Céu, Maria está como que envolvida por toda a realidade da comunhão dos santos; e a sua própria união com o Filho na glória está toda propendente para a plenitude definitiva do Reino, quando a Deus for tudo em todos".

Também nesta fase a mediação materna de Maria não deixa de estar subordinada àquele que é o único Mediador, até à definitiva actuação "da plenitude dos tempos": "a de em Cristo recapitular todas as coisas" (Ef 1, 10).


Papa João Paulo II, Redemptoris Mater § 41





Divulgação dos ganhadores dos prêmios do Baile da saudade da Festividade 2011

Baile da Saudade da Festividade
Data: 21/05/11
Hora: 22h00
Local: Salão Fátima Recepções & Eventos


Ganhadores nos sorteios dos prêmios

1-DVD Britânia
Sr. Roberlan Baldo Fiorezze - Cartela Nº 0467

2-Sanduicheira
Sra. Arlene Dória Voujão Faro - Cartela Nº 0245

3-Câmera fotográfica Fujifilme
Sra. Heloisa Santos - Cartela Nº 0048

4-Ventilador Britânia
Sra. Edna Rocha - Cartela Nº 0257

5-Viagem para Fortaleza/CE (Ida e volta)
Sra. Jaciara Monteiro - Carela Nº 0164


Divulgação: Diretoria de Eventos da Festividade 2011

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