Informações sobre a Paróquia

Arquidiocese de Santa Maria de Belém do Grão Pará
Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Santuário de Fátima
CNPJ: 02.537.502/0001-81

Endereço: Rua Antonio Barreto, 2167 - Fatima
CEP: 6606-020 (Belém/PA - Brasil)
Email: santuariodefatimaf.belem@gmail.com
Telefones: (91) 3228-0864 / (91) 3226-0503

Horário de funcionamento para atendimento ao público
De Segunda a Sexta: 8h00 às 12h00 / 14h00 às 18h00
Sábado: 8h00 às 12h00

Santa Missa
Domingo: 6h45, 8h30, 17h30 e 19h30
Segunda a Sexta: 18h30
Sábado: 17h30

Pároco: Mons. Raimundo Possidônio Carrera da Mata
Vigário: Pe. Márcio José Sousa Motta

Páginas

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© BlOG OFICIAL ®

CONVITE - JANTAR

Jantar dedicado às mães
# Festividade de Fátima 2013

Data: 10 de maio - Sexta feira

Hora: A partir das 20h00

Local: Fátima Recepções & Eventos

Valor da cartela: R$ 30,00

Cardápio: Filé, Camarão ou Peru

Atração musical: Ivana e kassio


Visitantes pelo mundo

AVISOS PAROQUIAIS

TERÇO DE RUA (CONTINUAÇÃO)
Dias: 27 e 28 de abril de 2013 - Sábado/Domingo
Hora: 19h30
Locais: Setores de Missão V e VI


SANTA MISSA E RETORNO DAS IMAGENS DE N. SRA. DE FÁTIMA - PEREGRINAÇÕES NAS FAMÍLIAS
Dia: 28 de abril de 2013 - Domingo
Hora: 17h30
Local: Santuário de Fátima


CELEBRAÇÕES PENITENCIAIS
Dias: 29 e 30 de abril de 2013 - Segunda/Terça
Hora: De 18h30 às 21h30
Local: Santuário de Fátima


FESTIVIDADE DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA 2013
DE 01 A 13 DE MAIO
"No ano da Fé: Quereis oferecer-vos a Deus?"

Cerimônia de Abertura dos festejos - 01 de maio
-17h00: Hasteamento das bandeiras do Brasil, Pará e Portugal na Praça do Santuário

-17h30: Procissão de Abertura

-19h00 (Aprox.): Santa Missa Solene presidida por Dom Vicente Zico, Arcebispo Emérito de Belém/PA.






Fonte: Calendário Paroquial 2013

Liturgia Diária - Leituras Bíblicas

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Arquidiocese de Belém do Pará - Belém, a Casa do Pão 2011

A nossa Arquidiocese inicia novamente a Campanha de Natal "Belém, a Casa do Pão" que visa à arrecadação de alimentos não perecíveis para serem doados para as famílias carentes. Contamos com a sua colaboração!


As doações podem ser entregues na Portaria do Centro de Evangelização de Fátima - CEFAT (Trav. Antonio Baena, 155) ou na Recepção do Santuário de Fatima (Rua Antonio Barreto, 2167), ou ainda podem ser depositadas na Caixa de arrecadação que fica durante as missas diárias no Santuário, em frente ao Presbitério.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Conversa com o meu povo: Dom Alberto Taveira - Mãos ao alto!

Jornal Voz de Nazaré - Edição de 21 a 27 de outubro de 2011


Na Romaria das crianças, realizada dentro da magnífica e rica realidade pastoral chamada Círio de Nazaré, um casal se aproximou solícito, pedindo a bênção para o filhinho que, enfermo, erguia as mãos e olhava suplicante. No meio da multidão, não se tratava de um "mãos ao alto", mas "mãos para o alto", erguer as mãos para a oração, como o conhecido ícone da "Virgem Orante", que expressa uma característica importantíssima de Maria, Mãe de Deus e nossa. Não é difícil imaginar a cena da Anunciação do Anjo, que o filme "Jesus de Nazaré" retratou apenas como silêncio contemplativo, no qual o olhar e o movimento das mãos e dos braços pronunciavam as palavras do diálogo conhecido de todos, quando a humanidade dizia, em Maria, "faça-se em mim segundo a tua palavra", abrindo-se para que, em seu ventre virginal, o Verbo se fizesse carne. Pouco depois, irrompia na casa de Isabel e Zacarias o cântico daquela que é bem-aventurada por ter acreditado, o Magnificat. Só de começar a cantá-lo, erguem-se os corações e os braços, tamanha a riqueza de conteúdo bíblico e de compreensão profética da realidade humana, explosão de sabedoria nos lábios de uma jovem formada na escola da oração, própria dos pobres de Javé.

Moisés, de mãos erguidas e sustentado pelos braços por dois homens (Ex 17, 8-12), manteve-se em oração durante toda uma jornada. A vitória para o povo de Deus veio da perseverança na oração. Sempre chamados à oração, diálogo com Deus, todas as suas necessidades foram apresentadas ao Senhor, mesmo sendo muitas vezes um povo contumaz em seus pecados, cabeças duras a serem continuamente alertadas pelos profetas, enviados para endireitar os caminhos, apontando para a vontade de Deus e alimentando a esperança da chegada do Messias.

O Apóstolo São Paulo, que não cessava de orar pelas suas comunidades (Cf. Cl 1, 9-13), recomendava a erguer mãos santas, sem ira nem contenda, fazendo súplicas, orações, intercessões, ação de graças, por todas as pessoas, pelos reis e pelas autoridades em geral, em vista de uma vida calma e tranqüila, com toda a piedade e dignidade, coisa boa e agradável a Deus, nosso Salvador. Ele sabia que Deus quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. A todos fazia voltar os olhos para aquele que é o único mediador entre Deus e a humanidade: o homem Cristo Jesus (Cf. I Tm 2, 1-8).

No correr dos séculos, também o povo do novo Israel de Deus, conquistado no mistério pascal de Jesus Cristo, continua chamado à oração. No tempo que é nosso, aqui em Belém do Pará, vivemos uma oportunidade inigualável para o aprendizado da oração. Vi muitas mãos erguidas, abençoei em nome do Senhor mãos calejadas pelo trabalho, mãos suplicantes de detentos que as estendiam por entre as grades das prisões. A linguagem eloquente das mãos gritava junto da corda do Círio, ou exultava no final dos esforços feitos, sabe Deus com quantas promessas escondidas ou agradecimentos que ficarão no segredo dos corações.

Durante o Círio, lembrei-me de uma versão livre do Salmo 64, que soa assim: "Vou cantar, entoar um canto novo, vou sair, chamar o povo pra louvar, aleluia! Assim toda criatura: nossa terra, sol e lua vão louvar e cantar. Se alguém te louva em silêncio, tu acolhes, ó Senhor, sua oração. Se alguém entoa um canto novo, tu acolhes, ó Senhor, sua canção. É feliz quem em ti fez a morada, vida nova, outra casa pra ficar, aleluia! Tu preparas mesa farta e alimentas pra jornada dando amor, luz e paz. O nascer de uma aurora radiante vai dourando a cada instante os trigais, aleluia! E os pequenos e sofridos, nos teus braços acolhidos, vão louvar e cantar."

Nossa Igreja quer ser como os dois homens que sustentaram Moisés em oração, dizendo a todos os que clamam do mais profundo de suas angústias que a oração vale e chega ao coração de Deus! Com os mais diversos grupos de Igreja que entraram na escola da Oração, como o Apostolado da Oração, a Renovação Carismática Católica e a surpreendente e promissora novidade dos últimos anos chamada Grupo de Oração do Terço dos Homens, ao lado de outras realidades igualmente orantes de nossa Igreja, queremos assumir o compromisso da intercessão recomendada por São Paulo, rezando uns pelos outros, não só no Círio, mas continua e incessantemente. E com a Virgem orante de Nazaré, queremos dar graças continuamente ao Pai do Céu, por Cristo, nosso Senhor e Salvador.

Conversa com o meu povo: Dom Alberto Taveira - Louve a Deus tudo o que vive e que respira

Jornal Voz de Nazaré - Edição de 14 a 20 de outubro de 2011.


Mais uma vez Belém celebra o Círio de Nazaré com dignidade e galhardia, como corresponde às mais arraigadas e legítimas tradições do povo paraense. Percorremos rodovias e avenidas, ruas e praças, ao som dos fogos de artifício, aclamações vibrantes, cantos, sorrisos, lágrimas e gritos de louvor. A multidão era incontável em todas as partes, mais ainda no domingo do Círio. Temos ainda outros passos a percorrer nos próximos dias, até concluirmos a quadra nazarena. A cada dia, a Basílica repleta de fiéis, Bispos do Brasil inteiro que pregam a Palavra de Deus, cantos e orações. Em toda a quinzena, o “departamento de colheita”, como vejo a celebração do Sacramento da Penitência. Ali, na graça do confessionário os resultados espirituais do Círio se manifestam. De fato, Nossa Senhora conduz o povo à terra da reconciliação e ao abraço amoroso do Pai, onde todos têm valor! Alternamos sons e silêncio, procissões e louvores, penitência e ação de graças. É oportuno perguntar se tudo o que vivemos é prece autêntica que sobe ao Céu.

Veio-me à mente a experiência vivida pelo rei Davi, assim descrita no segundo livro de Samuel: “Davi, cingido apenas com um manto sacerdotal de linho, dançava com todas as suas forças diante do Senhor. Davi e toda a casa de Israel conduziam a arca do Senhor, soltando gritos de júbilo e tocando trombetas. Quando a arca do Senhor entrou na cidade de Davi, Micol, filha de Saul, estava olhando pela janela. Vendo o rei Davi dançar e pular diante do Senhor, desprezou-o em seu coração. Introduziram a arca do Senhor e depuseram-na em seu lugar, no meio da tenda que Davi tinha armado para ela. Em seguida, Davi ofereceu holocaustos e sacrifícios de comunhão na presença do Senhor. Assim que terminou de oferecer os holocaustos e os sacrifícios de comunhão, Davi abençoou o povo em nome do Senhor dos exércitos. E distribuiu a todo o povo, a toda a multidão de Israel, aos homens como às mulheres, um pão de forno, um bolo de tâmaras e uma torta de uvas. Depois, todo o povo foi para casa. Quando Davi voltou para saudar a família, Micol, filha de Saul, foi-lhe ao encontro e disse: ‘Que bela figura fez hoje o rei de Israel, desnudando-se aos olhares das escravas dos seus servidores, como o faria um bufão qualquer!’ Mas Davi respondeu: ‘É diante do Senhor que eu danço! Bendito seja o Senhor, que me escolheu de preferência a teu pai e a toda a tua família, para tornar-me o príncipe do seu povo Israel. Diante do Senhor, eu vou pulando. Serei humilhado ainda mais, ficarei rebaixado a meus próprios olhos, mas da parte das escravas de que falas ganharei estima’. (2 Sm 6, 12-22).

Toda a nossa vida deve tornar-se louvor de Deus, pois tudo que o Senhor fez se destina à sua glória. A natureza, com suas cores, sons e movimento já louva o Senhor pelo fato de as coisas existirem. Os homens e mulheres receberam de presente a liberdade, com a qual podem decidir-se ou não pelo relacionamento com aquele que é a fonte de tudo o que existe.

Uma vida que é gerada, destinada à eternidade e à comunhão com Deus, tem seu valor inestimável, devendo ser respeitada até o ocaso natural, o que leva os cristãos a rejeitarem o desrespeito a ela que se manifesta na onda de abortos e todas as outras formas de assassinato. Causam indignação a violência reinante e o menosprezo à vida dos pequenos e pobres, inclusive a ocorrência de assaltos e ameaças nos dias que correm em nossas cidades.

Optar pela vida e pelo louvor de Deus nos levou a viver, no domingo do Círio, a experiência da partilha e da solidariedade. Parecíamos ver um mundo diferente, quem sabe uma verdadeira lição para aprendermos a ser mais irmãos. Cantavam a Deus os rostos suados, os olhares, sorrisos e lágrimas que tive a graça de aspergir. Sim, oramos com barulho ou com o silêncio, desfiamos as contas do Rosário, não nos envergonhamos de percorrer nossas ruas como o rei Davi. Trazíamos a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, aquela que a Igreja chama “Arca da Aliança”, por ter trazido ao mundo aquele que é o pastor do novo Israel de Deus, representado pelo cajado de Aarão, Jesus, Pão da Vida prefigurado no Maná das andanças do povo no deserto, aquele que é em si mesmo a Nova Lei, antes preparado pelas tábuas da Antiga Aliança. Sim, tudo foi louvor a Deus. Dançamos e cantamos diante do Senhor, acompanhados pela jovem Virgem de Nazaré.

Conversa com o meu povo: Dom Alberto Taveira - Conversa ingênua com Nossa Senhora de Nazaré

Jornal Voz de nazaré - Edição de 30 de setembro a 06 de outubro de 2011




Maria de Nazaré, Maria de Jesus, Maria de José, Maria de nossos sonhos e esperanças, Maria da humanidade inteira, Nossa Senhora! Batemos à porta de tua casa em Nazaré, tu que és Sede da Sabedoria e ao mesmo tempo mãe de família. Dá-nos licença para entrar nesta casa sagrada da Sagrada Família. Queremos limpar nossos pés, sujos da poeira e da lama dos caminhos, pois vemos a harmonia que resplandece onde estás! Na Carpintaria de José e Jesus, soubemos que tu tens muito a nos ensinar. Eles foram muito delicados e atenciosos, pois disseram que esta casa tem jeito de Céu!

Antes de nossa conversa, queremos deixar lá fora o que não fica bem em ambiente tão bonito. Soubemos que os rancores, a desunião, o peso da maldade, a indiferença e a desconfiança nos fariam muito incomodados perto de ti. Mesmo que não sejamos imaculados como tu és, não fica bem trazer a maldade para cá. Pedimos até a ajuda de teu amigo Plácido, aquele caboclo que encontrou tua imagem e nos ajudou a lavar mãos e os pés. Ele é parecido com Jesus, teu Filho, que veio para servir e não ser servido e lavou pés dos discípulos para lavar a humanidade inteira, pois é aquele que tira o pecado do mundo.

Aproveitamos para te oferecer teu retrato, que chamamos “imagem peregrina”. Trouxemos lembranças de mais de cem mil famílias que a acolheram. Quem fez este retrato sabia muito bem que tu és mais bonita ainda face a face. Foste muito generosa ao permitir que nossas casas te recebessem. E todos ficaram muito felizes com o recado que nos mandaste, dizendo para fazer tudo o que Jesus diz. Disseram-nos que é uma “receita de milagre” e é verdade! Acolhendo teu conselho, todos os dias são melhores do que os que passaram e aprendemos a olhar para frente, corajosos como discípulos missionários de Jesus.

Obrigado, Maria de Nazaré, pois nos sentimos acolhidos em tua casa. Parece que estamos vendo tudo, até o fundo da cozinha. Já estamos aprendendo a lição da sinceridade, que anda rara em nosso mundo. De repente, tu nos contas histórias de família, dos teus antepassados, homens e mulheres de fé, gente que caminhou como se visse o invisível. Ajuda-nos a valorizar o que recebemos de melhor daquelas pessoas que vieram antes de nós. Sabemos que é hora de olhar para os retratos das paredes de nossas casas e viver de novo a retidão e a justiça, a disposição para trabalhar, a honestidade, a fraternidade e a solidariedade. Com tua ajuda, queremos recuperar o que existe de melhor em nossas famílias e em nosso povo. Aproveitamos esta visita para decidir-nos a melhorar o nosso mundo.

Vimos teu Filho amado junto com José. Eles nos contaram que aqui se reza. É bom saber que junto com José, este casal original que foi pensado pelo Pai do Céu, criou o ambiente para que o Verbo de Deus encarnado vivesse tudo o que humano, menos o pecado. Ora por nós, Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, para que tenhamos gosto pela oração. Aprendamos com tua família a louvar, agradecer, pedir perdão e suplicar. Até Jesus, Cordeiro imolado, pediu perdão e assumiu sobre si os pecados do mundo! Aqui queremos confiar-te todo o povo de Deus e nossas famílias, pois sabemos que continuas a acompanhar a Igreja na peregrinação da fé. Ora por nós agora e na hora de nossa morte!

Nós te agradecemos porque nos mostras a simplicidade de tua casa. Como somos paraenses, trouxemos até um agrado, o açaí, que o Pai do Céu criou com tanto carinho, para que a casa de Nazaré seja também de Belém do Pará! Dize a Jesus que estamos muito contentes com tudo o que recebemos em nossa magnífica terra amazônica e que queremos cuidar bem do que recebemos, para que não falte alimento a ninguém. Da casa da Sagrada Família, queremos levar para nossas cidades e bairros a lição da partilha, com a qual o pouco se transforma em muito.

E agora nós te convidamos a sair conosco pelas nossas ruas. Sabemos que ficas feliz, quando é Círio outra vez e nós também estamos muito felizes. Vem Maria, vem! Vem conosco e caminha conosco. Nossas ruas se tornam tua casa! Quem ninguém volte para casa sem experimentar teu amor materno! Aproxima os distantes, pede a Jesus a graça da reconciliação para os que são inimigos e a conversão para os que estão afastados dele. Virgem de Nazaré, olha para os enfermos, os tristes e as pessoas solitárias. Vê a multidão incontável que olha para ti, faze com que os sentimentos de nossos corações sejam transformados na vida que vem de teu Filho Jesus, para que todos tenham vida em abundância. Feliz Círio para todos nós, ó Virgem de Nazaré!

Nossa Área de Jurisdição Paroquial

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Nosso Sistema

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Seja Dizimista de nossa Paróquia!

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